A meta fixada pelo Inter para venda de jogadores e quanto de lucro já foi obtido

O executivo de finanças Giovane Zanardo fixou meta de R$ 74 milhões para o Inter lucrar com venda de ativos, Mecanismo de Solidariedade da Fifa e negócios entre outros clubes, mas de jogadores com percentuais ainda vinculados ao Beira-Rio.

Dia desses, pingaram R$ 6 milhões por Valdívia e Maurides, dos árabes e dos chineses. Como se sabe, Valdívia está no Vasco. Os valores que chegaram ao Inter ainda dizem respeito ao empréstimo do ano passado, para o Al Ittihad.

Os alemães do Augsburg depositarão R$ 20 milhões por 75% de Iago. Se a Juventus negociar o lateral Rogerinho com o Chelsea, como especula o noticiário italiano, seriam mais R$ 7,2 milhões, pelos 20% em poder do Inter.

De Atibaia, o Leandro Behs, de GaúchaZH, traz notícias de que o volante Eduardo Henrique, cedido ao Belenenses, está sendo comprado pelo Sporting: mais R$ 4 milhões.

Marcinho, atacante que foi titular no Gre-Nal da Arena em 2018, válido pelas quartas de final do Gauchão, deverá ser vendido para o futebol chinês, depois da boa campanha pelo Fortaleza. Nesse negócio, a previsão é de que o Inter lucre outros R$ 4 milhões.

Ficariam faltando R$ 32,8 milhões para atingir a meta, faltando ainda seis meses para terminar o ano. Parecia devaneio buscar a receita de R$ 74 milhões projetada pelo executivo Giovane Zanardo, mas está indo.